sábado, 21 de março de 2015

Os veranistas que me perdoem, mas outono/inverno é fundamental.

 E quanto mais eu conheço o calor mais eu amo o frio.

 As vezes chego ao exagero de dizer que poderia morar na Rússia que estaria mais feliz, de verdade não sei se seria tão fácil, mas que amo as belas imagens outonais e invernais amo. No tempo mais fresco é só se vestir e fica aconchegado, e muito mais elegante, no calor só dá jeito se não sair de dentro da água, porque até nu continua calor e seboso.
 O único perigo é controlar a comida, pois é tudo mais gostoso.

O almoço exigiu um caldo de ervilha, pimenta, azeite, aiai... Geralmente o pessoal enche de bacon, salgados e embutidos, no meu coloquei duas linguiças calabresa para uma panela de pressão cheia, se escaldar é melhor para diminuir a gordura, só porque ninguém é de ferro né, poderia ser carne seca magra, mas decidi de uma hora para outra e não daria tempo de dessalgar, no entanto sempre dá para achar uma alternativa melhor sem abrir mão de ser delicioso.



Meia horinha depois, de sobremesa, chá mate quentinho! Huuuummmm






E enquanto os cookies de gengibre em formato de corações (oouuwwwnnn) estão no forno...







Um café com sabor de avelã sai da máquina.

E a noitinha um brigadeiro de colher, feito com leite desnatado morninho, leite em pó desnatado, cacau em pó e adoçante.


Tudo quentinho.



E assim vai seguindo, uma tv nesse sábado, filme, pipoca, seriado, mingau, cappuccino, chocolate, abraço, cheiro no cangote sem futum de suor, e cada dia mais apaixonada pelas estações do aconchego, onde o maior segredo é o prazer de se aquecer.
Marylou super concorda.

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