Menu do dia que tirei para falar de uma grande paixão humana, comida (ih, ó o Xãoxão lá atrás do bowl, fofura da mamãe) mas mais que comida, falar de
alimentação. Chili beans, comida Tex-Mex, já que a mexicana legítima não tem feijão, é uma adaptação texana, e preparada por uma brasileira ("é nóis"), super fácil e com muita proteína que constrói o músculo, carne moída temperada com alho, pimenta do reino, pápricas doce e picante, cominho, pimenta dedo de moça, a turma termogênica aí, cebola, pimentão, bastante tomate para um bom molho, olha o licopeno aí, feijão cozido amassado, louro, e queijo prato para finalizar, festival de anti-oxidantes, vitaminas, ferro e cálcio, ixi, esses dois não são muito amigos entre si,
o cálcio atrapalha a absorção do ferro, e quem come muito laticínio, como eu, tem que estar sempre vigiando, mas teve laranja-pera de sobremesa, além da salsinha e cebola no prato,que são ricos em vitamina C e prendem o ferro no sangue.
E olha que legal, curiosidade sobre queijo, segundo a revista Saúde, alguns tipos devem ser ingeridos todos os dias, alguns, não vai se afogar em provolones, bries e gorgonzolas, mas o minas (branco), muçarela (arrasou), ricota e cottage protegem o coração, e que apesar de ter muito sódio e gordura, são ricos em cálcio que atrapalha a absorção desses componentes pelo organismo, e na tabela que veio na edição de dezembro/2014, o melhor em equilíbrio é o minas, apesar do ricota e do cottage terem bem menos dessas substâncias, que em excesso fazem mal, mas também é pobre de cálcio, o que deixaria o organismo menos protegido, não que os outros tipos não possam ser comidos, devem, só que com menos frequência, viva o queijo, quase uma rata.
Ah, para esclarecer o título, antes do tratamento para emagrecer eu estava quase uma lacto-ovo-vegetariana, vegana é mais difícil, tem que ser herói, como eu estava de uma forma física insustentável, e o princípio da dieta tinha muita proteína, talvez por restrição financeira, preguiça, comodismo para procurar alternativas, enfim, sou humana e cheia de falhas... passei a comer bastante bicho morto (essa é minha auto-sugestão) que vicia o organismo, para ver como não é bom, e hoje sinto falta de verdade. O ser humano, diferente de animais selvagens, tem recursos que não necessitaria comer seres que eram vivos e ainda ter muita saúde, mas, devido a interesses que fogem de nossas mãos, não há esse tipo de investimento, o que torna essa forma de alimentação cara e de difícil acesso, mas ainda não desisti.
Bye, inté!

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